No Dia do Comerciante, o TIO Digital preparou uma lista com as 6 habilidades que os profissionais do comércio dominam como ninguém. Descubra como o setor comerciário saiu na frente com a contratação do trabalho intermitente e tenha um panorama geral de uma das áreas que mais movimentam a economia do País.

Na última década, o setor comerciário ajudou a impulsionar a competitividade interna e externa do Brasil, criou milhares de empregos qualificados e ajudou o progresso da tecnologia. Segundo Ricardo Patah, presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo: 

“Os comerciários de São Paulo e do Brasil são os responsáveis pela diminuição do impacto mundial da crise de 2008, graças ao consumo e a essa vocação de servir o nosso País”.

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16 de julho – Dia do Comerciante

Esta data é destinada a homenagear todos os profissionais que trabalham na área do comércio, ou seja, na venda de produtos e serviços. Considerado um dos trabalhos mais antigos do mundo, o comércio é uma atividade extremamente importante para o desenvolvimento econômico do País.

O Dia do Comerciante surgiu a partir da criação da Lei nº 2.048, de 26 de outubro de 1953, que homenageia o nascimento de José Maria da Silva Lisboa, mais conhecido por Visconde de Cairu, o Patrono do Comércio Brasileiro.

O Visconde de Cairu foi o responsável pela criação das primeiras leis que beneficiariam o comércio brasileiro, que antes era totalmente dependente de Portugal.

Uma das suas principais ações foi aconselhar o rei português D. João VI a assinar a Carta Régia, em 28 de janeiro de 1808, abrindo os portos brasileiros ao comércio exterior.

Fonte: Calendarr Brasil

Perfil dos profissionais do comércio

Um estudo realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), com base em dados do Sistema Pesquisa de Emprego e Desemprego, mostrou que aproximadamente 25% dos trabalhadores no setor do comércio tinham entre 16 e 24 anos de idade. A pesquisa foi feita em Belo Horizonte, Distrito Federal, São Paulo, Porto Alegre, Salvador e Recife.

“O setor valoriza muito os jovens, pois além de terem bastante vontade de trabalhar e aprender, nos dias de hoje, estes profissionais sabem executar multitarefas. A facilidade com as novas tecnologias também é uma grande vantagem. A própria vivacidade e jovialidade agrega valor ao comércio também”, comenta Santiago.

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Um panorama geral

O comerciário é multitarefa: ele pode atuar como vendedor, caixa, promotor, estoquista ou gerente de um estabelecimento. Ainda hoje, o setor de Comércio e Serviços responde por mais da metade do Produto Interno Bruto (PIB), aproximadamente 55%.

Por essa razão, é ainda o segmento que mais gera postos de trabalho, com quase 75% dos empregos do país. Ainda segundo o presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, são aproximadamente 12 milhões de comerciários, sendo que 470 mil estão apenas na cidade de São Paulo.

Segundo a Central Brasileira do Setor de Serviços (CEBRASSE), das 500 maiores empresas no Brasil, 124 atuam nesse setor. Com ênfase para as atividades de telecomunicações, serviços públicos, tecnologia e computação, além das comunicações.

A produção industrial e a distribuição de produtos são ações gigantescas, e depende da performance do comerciário fazer com que a venda seja feita com rapidez e qualidade, gerando rotatividade de mercadoria. Ele é o membro final da cadeia produtiva, e atender com bom humor, atenção e conhecimento dos produtos e serviços é fundamental para uma experiência positiva ao consumidor.

“Vestuário, cosméticos e eletroeletrônicos são as áreas que mais empregam no segmento. Os shoppings e supermercados também vêm numa crescente, estimulados pela economia do país e pelo crescimento da classe C”’, conta Alfredo Santiago, diretor do Sindicato dos Comerciários de Salvador.

Setor comerciário sai na frente

dia do comerciante - carrinho dourado de compras em um supermercado

De acordo com o Ministério do Trabalho, no mês de alteração da nova lei trabalhista, 778 estabelecimentos de 87 empresas abriram vagas para o trabalho intermitente no País. Em dezembro, foram 933 estabelecimentos, envolvendo um total de 382 empresas.

Ainda de acordo com as informações, foram criadas 5.641 vagas de trabalho nos primeiros 50 dias de vigência da nova lei trabalhista, sendo que 4.175 delas – ou 74% – foram no comércio, e 1.561 (28%) no estado de São Paulo, que é líder de adesão no País de contratação com carteira assinada do trabalho intermitente. Saiba mais aqui.

6 habilidades que os profissionais do comércio dominam

Dia 16 de julho é comemorado o Dia do Comerciante, e para homenagear esse profissional que tanto influencia e movimenta a economia do País, o TIO Digital elencou 6 habilidades que os profissionais do comércio dominam.

  • Comunicação

Saber o que, como e para quem dizer é essencial em inúmeros contextos de todas as áreas da vida. Facilita a compreensão do que nos é falado e possibilita que ideias e valores sejam bem comunicados.

No comércio, essa é uma habilidade fundamental, básica, mas extremamente importante. Uma boa comunicação, assertiva e objetiva, faz com que o cliente sinta segurança no discurso do profissional.

Aqui entra também a capacidade de argumentação. Respostas diretas, honestas e precisas, que acabem com as dúvidas do consumidor, são importantes para criar vínculos de confiança, o que impacta fortemente sobre a decisão de compra e na percepção de marca que o consumidor irá levar consigo.

  • Disciplina pessoal

Certa fez um filósofo escreveu que “todos julgam segundo a aparência, ninguém segundo a essência”, sendo justo ou não, a verdade é que a primeira impressão é a que fica e a aparência fala por si própria a respeito de uma pessoa. Um comerciante deve passar uma imagem confiável para seus clientes.

Isso inclui cuidados com a aparência física e de comportamento. Atrasos, por exemplo, passam uma péssima imagem. Por isso, pontualidade é uma habilidade exigida, afinal, deixar clientes esperando causa um efeito negativo, que reflete na imagem do negócio.

O modo como o comerciante se apresenta, assim como sua postura e conduta, fortifica sua identidade profissional. Logo, a disciplina pessoal é outra peça chave para os profissionais do comércio.

  • Coerência

Uma fala coerente faz parte das virtudes de um bom profissional do comércio. Isso eleva a credibilidade aos olhos do consumidor, que identifica uma comunicação honesta.

Um comerciante que se contradiz ora ou outra causa desconfiança e com facilidade perde clientes. Falar a mesma língua que o consumidor, ser direto, mostrar comprometimento e profissionalismo, são qualidades que cativam e fidelizam clientes.

  • Organização

Esta é uma qualidade que demonstra profissionalismo e confiabilidade. Uma pessoa organizada não atrasa ou esquece compromissos. Essas são condutas que garantem um bom atendimento ao consumidor, foco dos negócios. Para tanto, é preciso que a “casa” esteja em ordem, ou seja, é preciso cuidar dos empregados.

Empresas e profissionais que não têm uma vida bem organizada, estão ficando pra trás no mercado. Por isso, é fundamental que haja uma cultura de consciência sobre a importância de uma plataforma que crie e mantenha as coisas em ordem para melhorar o desempenho e a lucratividades dos funcionários.

Saiba como o TIO Digital atua pra garantir menos papelada e mais eficiência no seu negócio.

  • Flexibilidade

Pessoas flexíveis têm maior facilidade em regular e evitar problemas. Isso é muito importante quando o foco do trabalho é o consumidor. Um imprevisto pode causar incômodo se não for bem gerenciado. Para que isso não reflita na imagem que o cliente tem do comerciante e, de quebra, do comércio, é essencial que haja flexibilidade para lidar com situações inusitadas da melhor forma.

  • Compreensão das necessidades do cliente

Um bom comerciante é intuitivo e observador em relação às necessidades do consumidor. É assim que entende e antecipa a melhor forma de atendê-los. Para isso, são necessárias habilidades de relacionamento pessoal e a capacidade de entender desejos e vontades, mesmo aquelas não verbalizadas.


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