Resultados para sua busca

Homem em escritório moderno, de camisa azul, segurando um tablet com gráficos e calendário de férias no trabalho intermitente, sorrindo para a câmera.

[GUIA] Férias no trabalho intermitente: pagamento e descanso

As férias no trabalho intermitente funcionam em dois momentos diferentes: o pagamento proporcional é feito ao final de cada convocação, enquanto o descanso é concedido após 12 meses de contrato. Isso significa que o trabalhador já recebe as férias ao longo das convocações, mas ainda tem direito ao período de repouso sem novas convocações pelo mesmo empregador.

Leia mais »
Homem trabalhando em escritório moderno, sentado à mesa com computador, digitando e pensando sobre a multa por não cadastrar trabalhador intermitente no eSocial, com a mão no queixo, ambiente corporativo com luz natural ao fundo.

Multa por Não Cadastrar Trabalhador Intermitente no eSocial

A multa por não cadastrar trabalhador intermitente no eSocial pode chegar a R$ 3.000,00 por empregado em empresas em geral e R$ 800,00 para ME/EPP, com acréscimo de igual valor em caso de reincidência. A admissão deve ser informada ao eSocial antes do início das atividades, normalmente pelo evento S-2200. Quando o empregador usa admissão preliminar, o S-2190 pode antecipar as informações básicas, mas o registro completo precisa ser complementado depois.

Leia mais »
Homem em escritório corporativo usando um tablet, concentrado e com expressão de avaliação, trabalhando em uma mesa com pastas ao lado com as vantagens do contrato intermitente e fundo com prateleiras e equipamentos

Vantagens do Contrato Intermitente: Quando usar com segurança

O contrato intermitente permite que a empresa contrate trabalhadores com vínculo empregatício formal, mas sem prestação contínua de serviços. Para empresas com sazonalidade, picos de operação ou demanda variável, a modalidade pode reduzir custos fixos e trazer mais segurança jurídica do que contratações informais. O risco está na execução: convocações sem prova, ponto inconsistente, pagamento incorreto e ausência de alternância real entre trabalho e inatividade podem gerar passivo trabalhista.

Leia mais »

Portaria 671 no Trabalho Intermitente: Regras e Riscos

A Portaria 671 no trabalho intermitente regulamenta pontos essenciais da gestão desse modelo contratual, especialmente contrato escrito, férias, pagamento, verbas rescisórias, FGTS, INSS e comprovação das obrigações. Para empresas que usam trabalhadores intermitentes, o risco não está apenas em conhecer a regra, mas em conseguir provar que contrato, convocação, aceite, jornada e pagamento foram feitos corretamente.

Leia mais »
Homem de negócios sorridente em escritório moderno, representando contrato intermitente, temporário e jornada parcial.

Contrato intermitente, temporário e jornada parcial: Diferença

Contrato intermitente é indicado para demandas descontínuas; contrato temporário atende substituições ou aumentos pontuais de serviço; jornada parcial serve para atividades contínuas com carga horária reduzida. A escolha correta evita custos indevidos, descaracterização contratual e riscos trabalhistas.

Leia mais »