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controle de ponto é obrigatório: Mulher em ambiente corporativo usando um tablet enquanto ao lado aparece um dispositivo de identificação biométrica e ícones digitais de controle de ponto, sugerindo automação de registro de presença.

Controle de ponto é obrigatório? Veja o que diz a CLT

Sim, o controle de ponto é obrigatório para estabelecimentos com mais de 20 trabalhadores — ou seja, a partir de 21. O registro pode ser manual, mecânico ou eletrônico. Para estabelecimentos com até 20 trabalhadores, a adoção é facultativa pela regra geral. Ainda assim, registrar a jornada pode ajudar a conferir horas trabalhadas, intervalos, adicionais e pagamentos.

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Mulher com jaleco sorrindo em um ambiente de escritório, ao lado de um terminal de controle de ponto com reconhecimento facial instalado na parede, com luzes de leitura no dispositivo.

Controle de Ponto com Reconhecimento Facial: Guia Legal

O controle de ponto com reconhecimento facial utiliza dados biométricos para confirmar a identidade do trabalhador no momento da marcação. A tecnologia pode integrar um REP-C ou REP-P, conforme a arquitetura da solução, e deve observar a Portaria 671/2021 e a LGPD. No trabalho intermitente, a rastreabilidade aumenta quando o ponto também fica vinculado à convocação aceita, à jornada realizada e ao respectivo pagamento.

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Mulher profissional em escritório analisando documentos e fazendo anotações ao lado de notebook, enquanto ao fundo um monitor exibe gráficos e dados de negócios representando informações sobre o auxílio-doença no contrato intermitente.

Auxílio Doença no Contrato Intermitente: cálculo e quem paga

O trabalhador intermitente pode receber auxílio por incapacidade temporária desde que cumpra os requisitos previdenciários. A carência geral é de 12 contribuições mensais, com regras específicas quando houve perda da qualidade de segurado e hipóteses de dispensa de carência. Remunerações mensais abaixo do salário mínimo podem exigir ajustes previdenciários para que a competência seja considerada.

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Homem em escritório moderno, sentado à mesa com tablet e documentos, sorrindo e apresentando a mão em gesto de conversa, com vista urbana ao fundo representando como regularizar o INSS no trabalho intermitente.

Como Regularizar o INSS no Trabalho Intermitente em 2026

Para regularizar INSS no Trabalho Intermitente, é essencial que o empregador registre corretamente os períodos de prestação de serviço no eSocial e recolha a contribuição previdenciária com base nos dias trabalhados, garantindo direitos como aposentadoria e auxílio-doença.

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Duas pessoas em um ambiente corporativo fazem um aperto de mãos com terno, simbolizando acordo comercial, confiança e parceria simbolizando a rescisão por acordo no contrato de trabalho intermitente.

Rescisão por Acordo no Contrato de Trabalho Intermitente

A rescisão por acordo no contrato de trabalho intermitente é a modalidade prevista no art. 484-A da CLT em que empregado e empregador decidem encerrar o vínculo de forma consensual. Há pagamento de metade do aviso prévio quando indenizado, indenização de 20% do FGTS e possibilidade de movimentação de até 80% dos depósitos, sem direito ao seguro-desemprego. No trabalho intermitente, a apuração das verbas rescisórias exige atenção especial ao histórico de remunerações recebidas durante o contrato.

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Homem em ambiente corporativo moderno, sorrindo e segurando um documento ou certificado em mãos, sugerindo aprovação e atendimento profissional representando a dúvida se contrato intermitente garante seguro-desemprego.

Contrato Intermitente Garante Seguro-Desemprego? Requisitos

O trabalhador intermitente pode receber seguro-desemprego quando o desligamento e os requisitos legais permitem. Para o empregador, registros de convocações, remunerações e rescisão ajudam a evitar inconsistências, retrabalho e dificuldade para reconstruir o histórico contratual.

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