1. “Combinar” a jornada por fora
Explicação: Fazer acordos verbais para que o intermitente trabalhe em dias fixos, sem passar pelo rito da convocação formal.
Correção: Toda e qualquer convocação deve ser registrada em um sistema rastreável, respeitando os prazos legais, mesmo que a demanda seja recorrente.
2. Pagar “tudo junto” no fim do mês
Explicação: Acumular os pagamentos de várias convocações para pagar de uma só vez, como um salário mensal.
Correção: O pagamento das verbas (salário, férias proporcionais, 13º proporcional) é devido imediatamente ao final de cada período de serviço. A automação de recibos diários é a solução.
3. Ausência do controle de ponto
Explicação: Acreditar que, por ser intermitente, o controle de jornada é dispensável.
Correção: A lei exige o controle de jornada para empresas com mais de 20 funcionários, e para o intermitente, ele é a única prova das horas efetivamente trabalhadas. Implemente um ponto digital com validade jurídica.
4. Ignorar a multa por cancelamento
Explicação: Cancelar uma convocação aceita e não pagar a multa de 50% prevista no Art. 452-A, §4º da CLT .
Correção: Crie um protocolo interno para o pagamento da multa em até 30 dias, documentando a transação para evitar litígios futuros.