Otimização de Custos com Mão de Obra: 4 dicas incríveis!

A otimização de custos com mão de obra permite o investimento em outras áreas, disponibilizando uma quantidade maior de verba para a realocação interna. Além disso, com um bom planejamento e a admissão de profissionais qualificados, bem como a adoção do trabalho intermitente, garantem-se os melhores resultados para a empresa.

A mão de obra é parte fundamental para o bom funcionamento de qualquer empresa. A admissão de profissionais capacitados e qualificados tem impacto direto na qualidade dos serviços, bem como nos resultados e performance do negócio. Não obstante, o crescimento de uma empresa e sua expansão leva ao aumento da mão de obra, trazendo novos custos aos empresários.

Sobretudo empresas que lidam com uma forte sazonalidade — isto é, o aumento esporádico de demanda ao longo do ano, com períodos de maior movimento —, o reforço do quadro de colaboradores nestas épocas é crucial para um bom desempenho da empresa. Mas existe uma maneira de fazer isso sem aumentar os custos?

O trabalho intermitente é uma ótima maneira de otimização de custos com mão de obra. A modalidade permite a convocação de profissionais durante os períodos de maior demanda e a inatividade quando a necessidade for menor. Então, para te ajudar com todos os detalhes, o TIO Digital preparou este conteúdo completo. Continue conosco até o final e boa leitura.

otimizacao de custos com mao de obra
O trabalho intermitente é uma das principais maneiras de otimização de custos com mão de obra para as empresas — Foto: Freepik.

Otimização de custos com mão de obra

Os custos com mão de obra são parte presente da realidade financeira das companhias. Afinal, muito além de apenas o salário dos colaboradores, existem outros gastos que compõem a verba destinada à mão de obra, como horas extras, bonificações e até o oferecimento da infraestrutura adequada para prestação de serviços.

Sobretudo em períodos de maior demanda, nos quais a empresa lida com um fluxo maior de tarefas e requisições, é comum que estes gastos aumentem — ainda mais se a companhia contrata novos colaboradores.

Por isso, contar com técnicas para otimização de custos com mão de obra permite que a empresa reduza cada vez mais os gastos, disponibilizando uma quantidade maior de verba para investimento interno. Ademais, as medidas não consideram a redução do quadro de colaboradores, podendo até mesmo a viabilizar seu aumento — sem que isso signifique o aumento dos custos.

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1. Contrate trabalhadores intermitentes

A principal forma de aumentar o quadro de colaboradores em períodos de maior demanda sem extrapolar os gastos é com a admissão de profissionais intermitentes.

Sendo uma modalidade contratual formalizada pela Lei 13.467/2017 e regulamentada pela Portaria n.° 671, os trabalhadores que atuam no modelo prestam serviços de forma esporádica e não contínua. Assim, a empresa contratante apenas os convoca conforme sua demanda e pelo tempo necessário.

Uma vez que os períodos de atividade são espaçados, o pagamento do profissional ocorre ao final de cada chamado, proporcionalmente às horas de trabalho. Portanto, durante a inatividade, em que não há prestação de serviços, o contratante não paga nenhum valor ou encargo ao colaborador.

A contratação de trabalhadores intermitentes é uma ótima maneiraa de otimização de custos com mão de obra, visto que a empresa contratante apenas paga o proporcional por cada serviço. Além disso, o modelo é previsto pela legislação trabalhista brasileira, viabilizando a contratação.

Saiba mais:

2. Elabore um planejamento

Um plano de ação é fundamental para reorientar os gastos com mão de obra, ainda mais durante os períodos de maior demanda e necessidade. Com um bom planejamento, é possível orientar as atitudes adotadas ao longo do tempo para que tudo ocorra no prazo previsto, com as diretrizes certas e estabelecidas.

Assim, o planejamento indica aos profissionais quais ações eles devem seguir, alinhando-as com as demandas da empresa e ajustando-as à quantidade de mão de obra disponível. Dessa forma, os colaboradores têm uma clareza maior de suas atividades e prazos, podendo executar as tarefas com maior eficiência.

Não obstante, um bom planejamento reduz:

  • Ociosidade dos profissionais;
  • Atrasos na entrega de demandas;
  • Baixa produtividade;
  • Gastos extraordinários.

3. Qualifique seus trabalhadores

Profissionais qualificados e aptos para suas tarefas evitam uma série de contratempos, como:

  • Queda de qualidade nos produtos e serviços;
  • Desperdícios;
  • Atrasos e demoras nas atividades;
  • Falta de eficiência nos processos;
  • Falta de produtividade;
  • Falhas e erros nos processos e muito mais.

Em geral, os profissionais qualificados possuem um valor de mão de obra superior àqueles sem um alto grau de especialização. Contudo, em um cenário mais amplo, quanto mais qualificados, menos erros, demoras e ineficiência durante os processos.

Além disso, reduz-se o tempo necessário para cada atividade, visto que a capacitação torna os colaboradores mais aptos às suas tarefas do cotidiano. Assim, a própria empresa pode oferecer treinamentos, palestras, cursos e outras atividades que desenvolvam seus colaboradores.

4. Invista em uma infraestrutura de qualidade

Oferecer as condições adequadas para o trabalho, que permitem sua realização eficiente, é uma das maneiras de otimização de custos com mão de obra. Afinal, com equipamentos de qualidade, as atividades dos profissionais se tornam mais simples e práticas.

A infraestrutura, portanto, considera não apenas os meios para a produção, mas também o bem-estar do colaborador naquele ambiente. O conforto do colaborador é fundamental para o aumento da produtividade, bem como para sua saúde.

Afinal, um ambiente de trabalho sem a infraestrutura necessária pode ser danoso ao trabalhador, levando ao seu desgaste físico, lesões e afastamento do colaborador, levando à queda da produtividade.

As principais vantagens, então, são:

  • Aumento da produtividade;
  • Agilidade, praticidade e eficiência na execução de tarefas;
  • Diminuição de erros e falhas;
  • Aumento da qualidade dos produtos e serviços.
  • Redução da ociosidade dos colaboradores;
  • Aumento da satisfação dos profissionais;
  • Redução de riscos e danos à saúde física e mental e muito mais.

Trabalho intermitente para otimização de custos com mão de obra

O trabalho intermitente pauta-se na descontinuidade da prestação de serviços, com períodos de inatividade do colaborador que alternam com a atividade. Ainda assim, o modelo estabelece vínculo trabalhista entre as partes e prevê a subordinação do trabalhador, bem como amparo legal e acesso aos direitos trabalhistas constitucionais.

Na prática, o trabalho intermitente permite que você convoque os profissionais para atuação em períodos de maior demanda e necessidade, a fim de reforçar o quadro de funcionários já existente e otimizar seus resultados. Enquanto o contratante tem até 3 dias anteriores ao início previsto para realizar a convocação, o profissional deve responder ao chamado (negando ou aceitando) em até 24 horas — 1 dia.

O pagamento do colaborador, por sua vez, ocorre ao final de cada chamado, proporcionalmente ao total de horas trabalhadas.

Ademais, a modalidade é reconhecida pela legislação brasileira, sendo regida pela Lei 13.467 e pela Portaria n° 671. Ainda, há o amparo da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), mediante carteira de trabalho assinada — um dos direitos dos trabalhadores intermitentes.

Portanto, o trabalho intermitente é uma das principais formas de otimização de custos com a mão de obra, visto que permite o reforço das equipes de colaboradores e prevê o pagamento proporcional. Assim, quando o serviço não se fizer necessário, o intermitente fica inativo da empresa até ser convocado novamente.

A companhia, por sua vez, não paga nenhuma verba ou encargo durante a inatividade, não arcando com nenhum custo de admissão e manutenção de um novo profissional em tempo integral durante as épocas de menor necessidade.

Regras do trabalho intermitente

As regras do trabalho intermitente são:

  • Contrato de trabalho escrito e assinado para estabelecer o vínculo trabalhista;
  • Subordinação do profissional;
  • Não continuidade da atividade e períodos de inatividade obrigatórios;
  • Registro em carteira de trabalho e eSocial;
  • Contrato intermitente com mais de um empregador;
  • Convocação com 72 horas de antecedência;
  • Possibilidade de recusar as convocações;
  • O profissional pode responder ao chamado em até 1 dia útil (24 horas);
  • Pagamento proporcional ao final da convocação;
  • Aplicação de multa por desistência após a confirmação da convocação para a parte desistente;
  • Limite de carga horária celetista — 8 horas diárias e 44 semanais;
  • Horas extras e adicional noturno nas adequações legais da CLT;
  • Horário de almoço e descanso semanal remunerado devidamente oferecidos ao profissional.

Gestão completa e inteligente de profissionais intermitentes

A gestão de profissionais é parte fundamental da empresa contratante. Contudo, tratando-se de uma modalidade contratual com particularidades e regras bem definidas, é comum que dúvidas e dificuldades surjam nestes momentos.

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